Um estudo realizado por pesquisadores do InCor (Instituto do Coração de São Paulo), acompanhou 40 pessoas sedentárias portadoras de síndrome metabólica, que é um conjunto de fatores, como alterações nas taxas de colesterol e aumento da gordura visceral, que elevam o risco de doença cardiovascular, comprovando mais uma vez que praticar exercícios físicos regulares modifica a estrutura do LDL (colesterol “ruim”), tornando-o menos nocivo, mesmo que não haja redução nos níveis medidos.
Submetidos a três sessões semanais de exercícios na bicicleta ergométrica, durante 45 minutos, como recomenda o Colégio Americano de Medicina do Esporte, ao longo de três meses, o estudo teve como objetivo verificar as mudanças nas propriedades funcionais das moléculas de LDL depois da prática de exercícios, os cientistas avaliaram as características do HDL (colesterol “bom”) e a resistência à oxidação do LDL (colesterol “ruim”).
O LDL possui baixa densidade e distribui o colesterol do fígado para diversos tecidos e células do corpo. É chamado de colesterol ruim, porque pode se acumular nas paredes das artérias, por isso, quanto menor sua quantidade no sangue, melhor. Já o HDL é uma partícula de alta densidade que tem a função de “varrer” da circulação o excesso de colesterol e encaminhá-lo para o fígado. Por esta razão, é considerado um “bom moço”.
Os pesquisadores constataram que os níveis de colesterol total, LDL e HDL não mudaram após o treinamento, no entanto, as taxas de triglicerídeos caíram e a resistência à oxidação do LDL aumentou. As moléculas de LDL também ficaram maiores e menos densas, o que significa que elas perdem a capacidade de se depositar na parede dos vasos.
O fato de que a prática de exercícios físicos diminui o risco de doenças é conhecido há bastante tempo. O que esse estudo fez foi mostrar de que maneira o exercício age nas moléculas de colesterol. Isso é mais uma prova de que o exercício funciona como antioxidante, deixando as moléculas do LDL menos tóxicas.
Faça regularmente exercícios físicos.
Submetidos a três sessões semanais de exercícios na bicicleta ergométrica, durante 45 minutos, como recomenda o Colégio Americano de Medicina do Esporte, ao longo de três meses, o estudo teve como objetivo verificar as mudanças nas propriedades funcionais das moléculas de LDL depois da prática de exercícios, os cientistas avaliaram as características do HDL (colesterol “bom”) e a resistência à oxidação do LDL (colesterol “ruim”).
O LDL possui baixa densidade e distribui o colesterol do fígado para diversos tecidos e células do corpo. É chamado de colesterol ruim, porque pode se acumular nas paredes das artérias, por isso, quanto menor sua quantidade no sangue, melhor. Já o HDL é uma partícula de alta densidade que tem a função de “varrer” da circulação o excesso de colesterol e encaminhá-lo para o fígado. Por esta razão, é considerado um “bom moço”.
Os pesquisadores constataram que os níveis de colesterol total, LDL e HDL não mudaram após o treinamento, no entanto, as taxas de triglicerídeos caíram e a resistência à oxidação do LDL aumentou. As moléculas de LDL também ficaram maiores e menos densas, o que significa que elas perdem a capacidade de se depositar na parede dos vasos.
O fato de que a prática de exercícios físicos diminui o risco de doenças é conhecido há bastante tempo. O que esse estudo fez foi mostrar de que maneira o exercício age nas moléculas de colesterol. Isso é mais uma prova de que o exercício funciona como antioxidante, deixando as moléculas do LDL menos tóxicas.
Faça regularmente exercícios físicos.
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